A Dama das Camélias é um drama em cinco atos de Alexandre Dumas Filho, tirado do romance que ele publicou em 1848. A peça estreou no Théâtre du Vaudeville, em Paris, em 2 de fevereiro de 1852, e o sucesso levou Giuseppe Verdi a compor a ópera La traviata, estreada em 1853. O arquivo deste site traz a peça, não o romance.
Do que trata A Dama das Camélias
Margarida Gauthier é uma cortesã de Paris, doente, sustentada por admiradores ricos e cheia de dívidas. Apelidaram-na “a dama das camélias” porque as camélias são as únicas flores que ela usa. Armando Duval, um rapaz de boa família, está apaixonado por ela havia dois anos quando os dois enfim se conhecem, numa ceia na casa dela. Passam a viver juntos no campo, em Auteuil. Para pagar a vida nova, Margarida devolve os cavalos, vende uma capa e empenha joias, sem avisar Armando. Então aparece o pai dele, Jorge Duval, com um pedido que muda tudo.
Uma peça, não um romance
O texto está em diálogo, dividido em atos e cenas, com rubricas de cenário e de gesto. Cada ato tem um lugar: o quarto de Margarida em Paris, a casa de campo, a sala de festa de Olímpia e, no fim, outra vez o quarto dela. O último ato é o mais curto e se passa todo no quarto de Margarida. Quem conhece La traviata reconhece a trama, mas aqui os nomes são Margarida, Armando e Jorge Duval.
Sobre esta edição
O arquivo é um PDF de 101 páginas com a peça completa, em cinco atos. A nota final diz que se trata da tradução de Gilda de Mello e Souza, representada pela primeira vez no Teatro Municipal de São Paulo em 6 de novembro de 1961, pelo Teatro Brasileiro de Comédia, com Cacilda Becker no papel de Margarida. O cabeçalho cita como fonte a edição da Brasiliense, de 1965, e o texto vem da Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro, da USP, que permite o uso para fins educacionais. Outras peças no site: Romeu e Julieta e, na lista de clássicos da literatura em PDF, muitos outros títulos.

